
O extenso acervo cultural e ambiental abre suas portas timidamente, com pré-agendamento de visitas somente da rede escolar da região de Brumadinho e de grupos específicos. Em 2006, com estrutura completa, a obra particular chega ao grande público, com o Instituto passando a receber visitas em dias regulares, sem a necessidade de agendamento prévio.

A Obra que mais me chamou atenção, além de me tocar e mexer com minhas emoções, foi a The Murder of Crows. Trata-se nada mais do que uma instalação que continua a experiência de Cardiff e Miller na construção escultural e física do som.
As caixas são dispostas de forma circular em volta às cadeiras onde a platéia se acomoda, também de forma circular, sendo que o megafone disposto em cima da mesa ao centro de toda composição é o foco de todo sonho expelido, disposto ao lado da gravura (um texto, por sinal) de
Goya, objeto principal da instalação.

O tempo em Inhotim não lhe é favorável para se aprofundar em cada uma das obras, pois as galerias são distantes, e são muitas, mas muitas obras mesmo a serem visitadas. Mas vale a pena o passeio e a maravilhosa experiencia.
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